Gestão de visitantes e recepção

Modelo de Registro de Visitantes

Substitua o livro de visitantes em papel por um formulário digital — captura identidade, dados do anfitrião, finalidade, ciência de NDA/segurança e contato de emergência com notificação automática ao anfitrião. Construído para escritórios, indústria, saúde, educação e qualquer instalação que precise saber quem está dentro quando dispara o alarme de incêndio.

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Modelo de Registro de Visitantes

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Para quem é este modelo

Registro de visitantes é um daqueles fluxos onde 'usa o livro de visitas em papel' é tecnicamente ilegal sob a LGPD (entradas anteriores visíveis violam o Art. 6 §III finalidade e Art. 46 medidas de segurança), constrangedor de manter (visitantes apertando os olhos sobre a prancheta enquanto a recepcionista finge não notar) e inútil quando realmente importa (o alarme de incêndio do prédio dispara e ninguém consegue casar as entradas do livro com quem ainda está dentro). Este modelo estrutura o check-in em si — identidade do visitante, tipo de RG/CPF se sua política de segurança exigir, nome do anfitrião com autocompletar do seu diretório, finalidade da visita, duração esperada, dados do veículo para estacionamento, contato de emergência para sites críticos de segurança, ciência de NDA ou de segurança com assinatura eletrônica, e captura de foto para impressão de crachá — e te dá um registro digital que satisfaz a base legal de legítimo interesse do Art. 7 §V da LGPD, a base legal do Art. 6(1)(f) do RGPD para visitantes europeus, os padrões HIPAA de logs de visitantes para instalações de saúde americanas, os controles ITAR/EAR para instalações reguladas nos EUA, e a pergunta básica de 'quem está no prédio?' que um processo de mustering de emergência precisa responder. É o fluxo leve ao qual você recorre antes de se comprometer com Envoy (US$ 149-649/mês por localidade), Proxyclick/iLobby, Eptura Visit, SwipedOn, The Receptionist, Sine (EMEA/Brasil), Pacifica Visit (Brasil), GoVisit, Vizito, Robin Visitors ou Greetly a R$ 750-2.000+ por mês por localidade.

Do walk-in ou pré-registro a crachá entregue e visitante no prédio

Caminho pré-registrado: o anfitrião (funcionário, docente, coordenador de terceiros) pré-registra o visitante via formulário de reserva de sala, integração de calendário ou envio rápido de formulário, capturando nome, e-mail, chegada esperada e finalidade do visitante. O visitante recebe um e-mail de pré-chegada com instruções de estacionamento, entrada do prédio, credenciais de Wi-Fi e um QR code de uso único que acelera o check-in. Caminho walk-in: o visitante se auto-registra no totem ou tablet do lobby, inserindo nome, empresa/entidade que representa, anfitrião a ver e finalidade da visita. O formulário auto-completa o campo de anfitrião contra seu diretório (Google Workspace, Microsoft 365, Okta, Active Directory) para que o visitante não consiga criar uma 'reunião com Ivan T' que não bata com um funcionário real. Verificação de identidade: para sites de baixa segurança, basta o nome digitado. Para sites de média segurança (a maioria dos escritórios), o formulário pede o tipo de documento e os últimos 4 dígitos do CPF/RG (a recepcionista confere visualmente o documento completo, mas o formulário só armazena os últimos 4 — minimizando os dados retidos por LGPD Art. 6 §III). Para sites de alta segurança (indústria com controle de exportação, saúde com escopo HIPAA, governo, defesa), digitalização completa do documento e captura de foto do visitante com impressão do crachá. Ciência de NDA ou de segurança: configurável por tipo de site — a maioria dos escritórios tem uma ciência de confidencialidade, sites industriais e de construção adicionam uma ciência de integração de segurança, saúde adiciona uma ciência de exposição HIPAA, governo e defesa adicionam uma ciência de briefing ITAR/EAR. O visitante assina eletronicamente. Notificação automática: o anfitrião recebe um e-mail, DM de Slack, mensagem do Teams e, opcionalmente, SMS quando seu visitante faz check-in. A notificação inclui o nome do visitante, foto (se capturada) e quaisquer instruções de acesso. Impressão do crachá: integra-se com Brother QL ou Dymo LabelWriter para crachás adesivos, ou com Kisi/Brivo/Genetec/Salto para emissão de crachá RFID de uso único com expiração automática no horário de fim da visita. Fechamento da visita: o visitante faz check-out no totem (ou o anfitrião marca a visita concluída pelo celular), o crachá é recolhido se for físico, e as credenciais de acesso são revogadas se RFID. Mustering de emergência: em um alarme de incêndio, o sistema produz uma lista ao vivo de quem está atualmente check-in mas não fez check-out, que o brigadista ou o líder de andar usa no ponto de encontro para confirmar que todos foram localizados. Retenção de dados: período de retenção configurável conforme requisitos LGPD/RGPD — tipicamente entre 90 dias e 2 anos conforme o nível de segurança do site — com exclusão automática ao expirar a retenção.

O que está incluído

Cada campo existe porque alguma recepção se queimou pela sua ausência — geralmente durante um incidente de segurança, um simulado de incêndio onde a lista do ponto de encontro discordou do livro de visitas, ou uma solicitação LGPD de um visitante que queria saber o que ficava arquivado da visita dele e por quanto tempo.

Instalações que usam formulários de registro de visitantes

  • Escritórios corporativos (sites de 50-500 pessoas)

    Substituição da recepção para o livro de visitas em papel ou o check-in digital de primeira geração que não notifica o anfitrião automaticamente. A notificação ao anfitrião (e-mail + DM de Slack) é a funcionalidade de maior valor — elimina a experiência de 'visitante sentado no lobby por 15 minutos enquanto a recepcionista liga em ramais'. Casa com o formulário de reserva de salas para que o pré-registro do visitante aconteça no momento da reserva da reunião.

  • Instalações industriais e fábricas

    Gestão de visitantes crítica de segurança com ciência de integração de site, confirmação de requisitos de EPI, flag de exigência de acompanhamento (visitantes não podem circular no chão de fábrica sem escolta), e requisitos de log de visitantes das seguradoras. Para instalações no Brasil sujeitas à NR-12 (Segurança no Trabalho em Máquinas), NR-18 (Construção Civil) ou NR-33 (Espaços Confinados), o formulário captura a Análise Preliminar de Risco (APR) e a Permissão de Entrada e Trabalho (PET) quando aplicável. Para EUA com escopo ITAR (International Traffic in Arms Regulations) ou EAR (Export Administration Regulations), o formulário captura a cidadania do visitante e a avaliação de risco deemed export que as equipes de compliance precisam.

  • Hospitais, clínicas e centros de saúde

    A privacidade do paciente é a restrição central — logs de visitantes são adjacentes a dados de saúde (a mera presença de um visitante em uma clínica não divulga diretamente dados de saúde, mas o livro de visitas deixado à vista em uma mesa pode, se combinado com a agenda de atendimentos). O design preservador de privacidade do formulário (sem fila visível de entradas anteriores, acesso restrito ao log) endereça isso, mais a ciência de exposição HIPAA para visitantes que entram em áreas de atendimento. Para o Brasil, a LGPD Art. 11 (dados pessoais sensíveis de saúde) impõe restrições adicionais sobre o log em si, particularmente para visitantes a unidades de psiquiatria, oncologia, infectologia ou qualquer serviço que possa revelar a condição do paciente. A Lei do Acompanhante (Lei 11.108/2005) e direitos de acompanhante terapêutico também precisam ser respeitados — o formulário diferencia visitas de acompanhantes com direito legal de visitantes externos.

  • Escolas, universidades e creches

    Verificação de antecedentes para visitantes que acessam espaços com crianças (Brasil: certidão de antecedentes criminais para algumas escolas privadas e exigência por ECA Art. 70-B para profissionais que trabalham com crianças; EUA: verificações no sex-offender registry sob Adam Walsh Act e equivalentes estaduais; Espanha: certificado negativo de antecedentes sexuales sob Ley 26/2015), foto de documento, confirmação da relação pai/responsável, e o protocolo rigoroso de escolta e entrega. A lógica baseada em papel do formulário diferencia entre buscas de responsáveis, visitas de docentes e visitas de prestadores. Para o Brasil, captura o termo de consentimento dos pais quando aplicável.

  • Canteiros de obras e operações de campo

    Log diário de visitantes em obra com integração de segurança via DDS (Diálogo Diário de Segurança), confirmação de EPI, verificação do certificado de seguro de responsabilidade civil do empreiteiro, verificação da vigência do treinamento NR-18 (Lei 6.514/77 e NR-18) e o reconhecimento do briefing de segurança. Para o Brasil, captura a PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) do trabalhador visitante quando ele estiver classificado como prestador de serviço com vínculo a obras de longa duração. Integra-se com plataformas de gestão de projeto (Sienge, Prevsis, Obra Prima, Pleno Engenharia) para que o engenheiro de obra tenha uma visão em tempo real de quem está no canteiro por especialidade e empresa.

  • Instalações governamentais, militares e de alta segurança

    Digitalização completa do RG, fotografia, verificação de nacionalidade (para instalações controladas por ITAR/EAR nos EUA), flag de escolta obrigatória, nível de acesso a área restrita, e o período formal de retenção do log que FAR (Federal Acquisition Regulation), Estatuto do Servidor Público ou equivalentes locais exigem — tipicamente acima de 5 anos para sites de prestadores federais. Para instalações da Administração Pública Federal brasileira, captura o cadastro no SIORG e a ciência da Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) para visitantes que possam ter acesso a documentos classificados. Para instalações militares brasileiras, integra com o RANI (Registro Administrativo de Nascimento de Indígena) quando aplicável e com sistemas de controle de acesso da SIPLAN.

Adapte ao nível de segurança do seu site

Cada instalação tem uma postura de segurança diferente. Configure o nível de verificação de identidade — apenas nome digitado para escritórios de baixa segurança amigáveis ao visitante, últimos 4 do CPF/RG para escritórios corporativos típicos, digitalização completa do documento com foto para sites industriais/saúde/defesa. Configure os formulários de ciência — NDA de confidencialidade para visitantes de escritório, integração de segurança de site para indústria/construção, briefing de exposição HIPAA para saúde, briefing ITAR/EAR para sites com controle de exportação, ciência de segurança infantil para escolas. Defina o requisito de escolta por zona do site — lobby aberto (sem escolta), andares de escritório (escolta obrigatória para visitantes não pré-registrados), áreas restritas (escolta sempre obrigatória, registrada com nome). Configure a impressão do crachá — Brother QL ou Dymo LabelWriter para crachás adesivos com foto e nome do anfitrião, ou integração com Kisi, Brivo, Genetec, Salto ou Lenel para emissão de crachá RFID com expiração automática. Defina o período de retenção de dados — 90 dias para escritórios de baixa segurança, 1-2 anos para sites industriais, 5+ anos para instalações federais. Adicione localização de idioma — UI voltada ao visitante no idioma nativo do visitante (o formulário suporta pt/en/es por padrão, mais locais adicionais configuráveis). Para sites brasileiros, valide o CPF (11 dígitos com dígitos verificadores) e o RG (formato específico por estado, com SSP ou órgão emissor). Para sites espanhóis, integra a captura do DNI/NIE com validação de formato. Para prédios multi-inquilino, configure o roteamento por inquilino (cada inquilino tem sua própria lista de anfitriões e roteamento de notificação) sem expor a lista de visitantes de um inquilino para outro. Para eventos com chegadas em massa (conferências, reuniões all-hands, dias de candidato), adicione uma 'faixa rápida' para participantes pré-registrados com leitura de QR code para pular o fluxo padrão.

Perguntas frequentes sobre registro de visitantes

Essas são plataformas completas de gestão de visitantes — agrupam o fluxo de check-in com hardware/software de impressão de crachá, integração com controle de acesso (Kisi, Brivo, Genetec, Salto, Lenel), totens de pré-registro, bibliotecas de templates de NDA, screening de watchlist (verificações de antecedentes, listas de sanções), dashboards de mustering de emergência e gestão multi-localidade. Os preços vão de US$ 149 a US$ 649 por mês por localidade (Envoy: 149/649 USD por localidade conforme o nível; Proxyclick/iLobby: 150-400 USD/mês por localidade; Eptura Visit, SwipedOn, The Receptionist: 50-200 USD/mês por localidade), o que vira R$ 750-3.000 por mês por localidade no câmbio atual. Este modelo gerencia o fluxo de registro em si — captura estruturada, notificação ao anfitrião, assinatura de NDA/segurança, minimização de documento, controles de retenção — sem se comprometer com o bundle hardware-e-plataforma. A maioria dos escritórios com menos de 100 pessoas em uma única localidade não justifica o custo da plataforma para o problema real (que costuma ser 'substituir o livro de visitas em papel e notificar o anfitrião automaticamente'). Empresas multi-localidade com requisitos sérios de segurança física tipicamente precisam das plataformas. Os times que ficam permanentemente nessa abordagem são tipicamente os que tocam escritórios menores onde o formulário se integra com a impressora de crachá existente e Slack/e-mail para a notificação ao anfitrião, e o volume não justifica a assinatura da plataforma.
Logs de visitantes no Brasil tipicamente se baseiam no Artigo 7 §V da LGPD — execução de contratos e procedimentos preliminares relacionados a contratos, ou no Artigo 7 §IX — interesse legítimo do controlador (a empresa que recebe o visitante) em manter a segurança do prédio, demonstrar quem esteve nas instalações em caso de incidente, e atender obrigações de seguro e regulatórias. A avaliação de legítimo interesse precisa equilibrar o interesse do controlador contra os direitos de privacidade do visitante — razão pela qual gestão de visitantes em conformidade com a LGPD não inclui campos desnecessários (sem consentimento de marketing escondido no check-in, sem perguntas de saúde fora de uma emergência sanitária pública, sem campos similares a vigilância). A ANPD publicou guias específicas sobre logs de visitantes que a configuração padrão do formulário respeita: minimização de dados (LGPD Art. 6 §III — nome digitado e últimos 4 do CPF normalmente bastam), limitação de finalidade (Art. 6 §I — os dados são para segurança e notificação ao anfitrião, não para marketing), prazo de retenção (LGPD Art. 16 — tipicamente entre 90 dias e 2 anos conforme o tipo de site, não indefinidamente), e direito à informação (LGPD Art. 18 — visitantes recebem aviso de privacidade no check-in, em linguagem clara, no idioma preferido). Em caso de incidente envolvendo dados do visitante, a LGPD Art. 48 exige comunicação à ANPD em prazo razoável. Para visitantes europeus, equivalente é o Art. 6(1)(f) do RGPD com a avaliação de legítimo interesse (LIA) documentada. Para sites de alta segurança onde digitalização completa de documento é necessária (defesa, federal, saúde), a base legal pode mudar para cumprimento de obrigação legal (LGPD Art. 7 §II; Art. 6(1)(c) RGPD), o que reduz a carga da avaliação de legítimo interesse mas exige citação da obrigação específica.
Mustering de emergência — confirmar que todos foram localizados no ponto de encontro durante um alarme — é um dos usos de maior valor de um log de visitantes digital. O sistema produz uma lista ao vivo de quem está atualmente check-in mas não fez check-out, ordenada por anfitrião e por zona do prédio se você configurou zonas. O brigadista ou o líder de andar acessa essa lista pelo celular ou tablet no ponto de encontro (sem precisar voltar para um prédio em chamas para pegar o livro de visitas de papel, que é o modo de falha que a maioria dos auditores de combate a incêndio aponta). A lista atualiza em tempo real conforme os visitantes fazem check-in ou check-out, e o sistema pode ser configurado para enviar a lista a um display de mustering designado no lobby ou ao sistema de segurança vital do prédio. Para instalações brasileiras sujeitas à inspeção AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), o log digital de visitantes é um controle documentado que atende aos requisitos do 'plano de emergência' sob NBR 15219 e às exigências de Brigada de Incêndio sob NBR 14276. Para EUA sob NFPA 101 Life Safety Code, a lista suporta a documentação do plano de ação de emergência. Para Espanha sob CTE DB-SI e Real Decreto 393/2007, a lista suporta o 'plan de autoprotección'.
Configure roteamento específico por inquilino: cada inquilino tem seu próprio diretório de anfitriões, sua própria template de NDA, seu próprio formato de crachá e seu próprio webhook de notificação de visitante. O totem de recepção pergunta ao visitante a qual inquilino ele visita (ou auto-roteia conforme o domínio de e-mail do anfitrião), e o resto do fluxo usa a configuração daquele inquilino. Os dados do visitante ficam segregados logicamente — a equipe de recepção e o Encarregado pela LGPD do inquilino A não conseguem ver a lista de visitantes do inquilino B, embora o hardware do totem seja compartilhado. Para administradoras de prédios que operam o totem em nome de múltiplos inquilinos, a relação de tratamento de dados é documentada no contrato master de serviços, e cada inquilino assina um Contrato de Operador (LGPD Art. 39) com a administradora como operador ou suboperador. Para coworkings brasileiros (WeWork Brasil, Cubo Itaú, Beerflow, Quazi Spaces, Plug Spaces, Coworkin Brasil), a configuração por inquilino gerencia os fluxos de visitantes por empresa-membro do coworking separadamente. Para coworkings espanhóis (Aticco, Utopicus, WeWork España, Spaces, Cloudworks, LOOM), o mesmo padrão por inquilino aplica.
Sim — notificações ao anfitrião vão via DM de Slack (ou post em canal se sua equipe prefere notificações visíveis), mensagem do Microsoft Teams, Google Chat ou e-mail, com SMS como add-on opcional para anfitriões que costumam ficar longe da mesa. A notificação inclui o nome do visitante, foto (se capturada), finalidade da visita e um botão de um clique 'estou indo' que posta de volta no display do lobby do visitante. Para controle de acesso físico, o formulário integra com Kisi (cloud-native, popular para SMB e mid-market), Brivo (enterprise SMB), Genetec (grande enterprise/governo), Salto (forte na Europa), Lenel (grande enterprise/federal) e controladores HID Mercury para emissão de crachá RFID de uso único com expiração automática no horário de fim da visita configurado. Para impressoras de crachá adesivo Brother QL ou Dymo LabelWriter, a integração imprime o crachá direto no totem no check-in. Para pré-registro, o formulário integra com Google Calendar, Microsoft 365 Calendar e Outlook para que uma reunião com um participante externo pré-registre ele automaticamente como visitante na localidade configurada. Para leitores de cartão PIV/CAC em instalações federais americanas, o formulário suporta o fluxo de autenticação de credencial federal, mas a implementação exige coordenação com seu boundary FISMA e os leitores de cartão aprovados pela GSA — que é o ponto em que a maioria dos sites federais migra para uma plataforma completa de gestão de visitantes com as certificações certas. Para o Brasil, integra com o gov.br e o ICP-Brasil para validação de assinatura eletrônica do termo de ciência em sites de alta segurança.

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